Alguma coisa.
São sete horas da manhã de um dia cinza, o vento corta as janelas da sala e é absorvido pela pele branca e pelo olhar vazio.
Os móveis, as flores, a água no copo são companheiros de um momento... A luz que se espalha sem ser percebida e a fumaça que atravessa os olhos fazendo com que não se veja mais... tão claramente.
Algumas horas para perceber a vida ali presente, muitas delas para mudar de posição... é um dia comum.
(Daniele M. Duran)