Busco sempre o lado bom das coisas, mas consciente da existência do mal: “Fazer o quê? Tem gente que ainda não provou como é bom fazer o bem, não podemos julgá-los. Cada um tem seu tempo”.
Busco a sintonia com o mundo, o perfeito equilíbrio entre o material e espiritual, o natural e o cultural, o trabalho e o desfrute.
Mas bonito mesmo é ser de verdade, permitir a percepção dos seus defeitos, apresentar sua humanidade nas lágrimas e nos sorrisos. “Afinal, ser realmente humano não é sinal de fraqueza.”
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