“Moskoe-ström!
Em cinco minutos todo o mar (...) era fustigado por fúria ingovernável; mas entre Moskoe e a costa é que o tumulto se tornava dominante. Ali,o vasto leito das águas retalhava-se e cerzia-se em mil sulcos em conflito, explodia de súbito em convulsões frenéticas – arfando, fervendo, sibilando – revoluteava em vórtices gigantescos e inumeráveis, e tudo ia girando e submergindo (..) com uma rapidez que nunca se vê nas águas em outros lugares, exceto quando despenham por precipícios.
...Supõem que no centro do canal do Maelström há um abismo que atravessa o globo e vai sair em alguma parte muito remota
“isto não pode ser outra coisa senão o grande redemoinho do Maesltröm.
... Nesse instante o ruidoso estrépito das águas foi completamente abafado por um guinchar estridente – um som que você poderia imaginar dado pelas válvulas de muitos milhares de navios, que deixassem escapar ao mesmo tempo seu vapor.
... O barco não parecia de fato afundar na água, mas deslizar com