Me atirava do alto com a certeza de que alguém segurava minhas mãos. Não me deixando cair.
Era lindo mais eu morria de medo.
Tinha medo de tudo quase: cinema, parque de diversão, de circo, cigano.
Daquela gente encantada que chegava e seguia.
Era disso que eu tinha medo.
Do que não ficava pra sempre ...