Compostela
Pincho música para que a gente vibre. Para vibrarmos juntas. Essa energía no ar é um fantasma que nos toca e nos conecta e nos estimula frente a vida insuficiente.
Gosto do ar, por isso fago ioga, para observa-lo entrar no meu corpo. Gosto da água e das cousas azuis, da terra e dos ritmos telúricos de aquí e de além.
Da épica soviética ao flow caboveriano, agradeço as percusons do mundo e celebro aquí, no mundo, convosco.
Palavras da Charo Lopes,
poeta, companheira
no verão do 2019.