Não sou aquilo que minha vida é. Não sou um momento vivido nem um amor perdido. Sou aquilo que ninguém vê. Uma coleção de histórias, memórias, dores, delícias, pecados, bondades, tragédias e sucessos, sentimentos e pensamentos. Se definir é se limitar. Sou um eterno parêntese em aberto, enquanto minha eternidade durar.
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