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Psicanálise é uma paixão, especialmente a de orientação lacaniana, que me permite dialogar com a filosofia. Ambas me constituem enquanto subjetividade, ou seja, não seria quem sou sem elas. Quanto a arte, pendo a uma arte transgressora, já que a subversão é característica tanto do discuro artístico quanto do psicanalítico (e a filosofia sempre tende a nos levar a isso também). Esse sou eu: amante do logos e de eros, tatuado e subversivo. É o meu real.